Mostra dos Residentes

01/12/2016 12:00

V MOSTRA DOS RESIDENTES

5ª Mostra dos Residentes do CRDSP

A 5ª Mostra dos Residentes do CRDSP é resultado de uma construção coletiva com 67 núcleos residentes participantes, num total de 80 ações artísticas. Desta vez, a Mostra foi expandida para outros quatro espaços da cidade, com a proposição “CRD Circula”, a partir da articulação dos próprios artistas: CEU EMEF Manoel Vieira de Queiroz Filho (Priscila Paciência); Céu Heliopólis (Ricardo Neves), Centro Cultural Tendal da Lapa (Bárbara Freitas) e Estação de Trem Mauá (Coletivo Ana Maria Amarela).

Para além das apresentações dos trabalhos desenvolvidos durante o ano dentro desse espaço em que os artistas da dança definiram e constituíram como seu território, o desejo que permeia a Mostra é também o de que mais pessoas tenham acesso à produção de dança e seus desdobramentos e que a cidade conheça, reconheça e se aproprie desse patrimônio público.

 

 

V MOSTRA DOS RESIDENTES

Dia 1/12 (quinta-feira) 12h

Desdobramentos – Mediação Robson Ferraz

Os artistas residentes que apresentaram trabalhos no mês passado – Aline Brasil e Kátia Rozato, “À Margem da Linha”; Cia ID’Artê, “Mo...Ver-se”; Morgana Sousa, “Risko”; e o grupo Street Son (dirigido por Duda Moreno), “Falem Comigo” – participam do programa “Desdobramentos”, encontros abertos para falar dos processos de criação dos trabalhos, procedimentos de pesquisa de corpo, dramaturgia e das motivações e inquietações que impulsionaram e nortearam essas criações. “Desdobramentos” propõe criar espaço para o trânsito livre de ideias, processos e experiências entre os artistas para reflexão sobre os meios e modos de fazer e pensar dança no espaço do CRD e para além dele.

 

Dia 1/12 (quinta-feira) 13h30

Performance-Instalação “Corpo Migrante” – Cia Charme Tango

O corpo migrante pesquisa os movimentos contemporâneos a partir do entendimento do que é se sentir no estado estrangeiro, estranho, estar de fora. Baseada nas experiências corporais dos integrantes, a companhia esboça o que chama de “alheio” para elaborar o que há de “forasteiro” em cada um, através de diferentes linguagens. O desejo é que a dança ressignifique novas temporalidades, novos espaços, novos mundos.

 

Dia 1/12 (quinta-feira)14h

Ensaio de Portas Abertas – Cia de Dança Ca.Ja

O grupo contemplado pelo programa VAI I em 2016, está em processo de pesquisa que tem estreia prevista para o início de 2017. A pesquisa parte dos sentidos da flutuação, buscando as diversas camadas deste eixo.

 

Dia 1/12 (quinta-feira) 18h

Experimento coreográfico “Deslocado” – ...Avoa! Núcleo Artístico

Um corpo coletivo, constituído de experiências e relações estabelecidas em ações coreográficas pesquisadas no centro histórico de São Paulo, desloca-se da rua para uma sala cênica. Surgem, com isso, algumas questões que dizem respeito ao espaço, às relações que se estabelecem e ao jogo coreográfico. Observa certa vulnerabilidade diante da mudança de contexto e experimenta a memória corporal como ferramenta de composição, revelando encontros, desconstruções, tentativas, incompletudes, deslocamentos de sentido, relações, abertura para o que pode vir a ser.

A ação integra o Projeto Vir-a-Ser - para Manutenção de pesquisa artística - contemplado com o 20º Fomento À Dança

 

Dia 1/12 (quinta-feira) 19h

Encerramento do Ciclo de Aulas de Dança Afro-Brasileira – Priscila Paciência

Músicos convidados: Mika Rodrigues, Cauê Silva e Banjo

 

Dia 1/12 (quinta-feira) 19h

Encerramento do Ciclo de Aulas de Contato Improvisação – Ricardo Neves

Aula aberta

 

 

Dia 2/12 (sexta-feira) 18h

Oficina de Dança Negra Contemporânea – Ander Anastacio 

A oficina a visa observar e compartilhar conceitos sagrados e profanos dentro e fora das religiosidades, afim de explorar novas possibilidades corporais, permitindo a experimentação de máscaras, nuances e releituras maximizadas de si e do eu coletivo.

Carga horária: 9 horas, 3 horas/dia – dias 2, 9 e 16

Público: estudantes das artes ligadas ao corpo, pesquisadores, artistas, educadores e interessados em geral.

Inscrições abertas

 

Dia 2/12 (sexta-feira) 18h

Ensaio Aberto “Forest” – Anikaya Dance Theater

A floresta é um espaço importante na mitologia e psique humana. A falta de respeito do homem em relação à natureza gera desequilíbrios, colocando o lugar da floresta em risco. ‘Forest’ nos leva de volta a este espaço sagrado, em constante evolução, lembrando-nos do seu poder e de sua fragilidade.

 

Dia 2/12 (sexta-feira) 19h

Ensaio Aberto “Dentro” – Maria Basulto

“Dentro” consiste na exposição do corpo-ansioso, movido por impulsos internos entregues a memórias e sensações irrequietas por vezes experienciadas. O corpo extrapola a compreensão do que é movimento e a voz se faz presente do início ao fim, na tentativa de contar o percurso do ciclo de uma crise qualquer. Apresentado em sala de ensaio na mostra anterior, o trabalho, agora, ocupa a sala cênica para experimentar outras possibilidades de iluminação e estudar como o espaço e a acústica do local podem interferir no trabalho.

 

Dia 2/12 (sexta-feira) 20h

Ensaio aberto “Dança Clássica Indiana” – Acharya Lila e Candravali Devi Dasi Bdds

O Bharatanatyam é uma dança clássica de origem divina, que vem sendo apresentada há milhares de anos no interior dos templos,  pelas devadasis, bem como fora deles, mantendo seus aspectos sagrado, estético e de entretenimento. Como dança abstrata, desenha formas no espaço com posturase movimentos do corpo, que agem como mandalas; como interpretativa, traz versos em louvor aos deuses ou histórias tradicionais da Índia, em que os dançarinos representam personagens como Krsna, Shiva, Ganesha, entre outros.

 

 Dia 3/12 (sábado) 10h

Encerramento do Ciclo de Aulas de Danças Brasileiras – Bárbara Freitas

Aula aberta

 

Dia 3/12 (sábado) 14h

Ensaio Aberto “Akshat” – Khronus Cia de Dança

“Akshat” se inspira na mulher como útero dos ciclos perenes do universo que se expandem infinitos no espaço; é cada átomo de célula vivente. É a energia, a manifestação, a essência da consciência primordial, que transforma o repouso em energia procriadora, e o equilíbrio entre vazio-quietude e plenitude-êxtase.

 

Dia 3/12 (sábado) 15h

Encontro Aberto “30 Minutos” – Grupo de Improvisação de Movimentos Maria Duschenes

O Grupo de Improvisação de Movimentos Maria Duschenes existe como uma homenagem a D. Maria Duschenes, que reuniu pessoas e artistas por meio do Pensamento Laban, singularizado e atualizado por seu olhar e por sua maestria. O Grupo se reúne mensalmente, desde abril de 2011. "Nos encontramos para dançar e nos encontramos dançando".

 

Dia 3/12 (sábado) 18h

Abertura de Processo “Ninguém” – Bruno Moreno, Isabella Gonçalves e Renato Sircilli

O trabalho que se iniciou a partir da vontade de experimentar a ineficiência como possibilidade de gerar o apocalipse do corpo e se desenvolveu para uma tentativa de terminar com a ideia de indivíduo, encontrou na obra do artista holandês Bas Jan Ader (1942-1975), possibilidades de abandono do sujeito: um homem cai diversas vezes, se lança ao mar num barco minúsculo para tentar atravessar o oceano Atlântico em busca do milagre, e desaparece. 
Uma tentativa de abandonar o que se é.

 

Dia 3/12 (sábado) 19h

Encerramento dos Ciclos de Aulas

Experimento Cênico 1 – Dança Contemporânea Iniciante com Robson Ferraz

Experimento Cênico 2 – Dança Contemporânea Avançada com Adriana Guidote

Experimento Cênico 3 – Dança Contemporâne.a – Fly Low com Rafi Sahyon

Experimento  Cênico 4 – Dança Moderna com Christiana de Souza

 

 

Dia 5/12 (segunda-feira) 14h

Oficina de Ballet Clássico – Mônica Caldeira (Avoa! núcleo artístico)

Sensibilização, barra e centro. A oficina prática aplica as técnicas do Body Mind Movement para construir os princípios da técnica do balé e trabalhar transferência de peso (distribuição e equilíbrio), despertar a consciência do corpo em movimento e adquirir qualidade nos movimentos do balé, de maneira que a disponibilidade e o prazer de dançar permanecem vivos.

Mônica Caldeira é bailarina intérprete-criadora no ...AVOA! núcleo artístico. Graduada em Dança na Universidade Anhembi Morumbi (2013), cursa o programa Educador do Movimento Somático BMM Brasil. Trabalha e estuda no Centro de Estudos e Ensino de Balé (CEEB) e ministra aulas de balé no Espaço Vajra

 

Dia 5/12 (segunda-feira) 19h

Espetáculo “Yebo” – Grupo Gumboot Dance Brasil

Gumboot dance (dança de botas de borracha) é uma forma de dança popular criada pelos trabalhadores no século XIX nas minas de ouro e de carvão da África do Sul. Segundo espetáculo do Grupo Gumboot Dance Brasil, aborda a exploração, tanto das minas como dos sete povos levados para extração do minério, a espera das mulheres por seus maridos mineiros e a criação de um dialeto sonoro a partir das batidas nas botas de borracha.

 

Dia 6/12 (terça-feira) 11h

Ensaio Aberto “Metro²” – Coletivo Ruínas / Michele Carolina

“Metro²”  é o compartilhamento do trabalho de criação realizado pelo Coletivo Ruínas durante o segundo semestre de 2016, no CRDSP. Este recorte da pesquisa tenciona a relação entre o espaço – delimitado pelo conceito de metro quadrado – e o movimento. Em combate à naturalização do conceito de moradia e de corpo social criado e propagandeado pelo mercado imobiliário, “Metro²” propõe um circuito limitador da ação para refletir sobre o movimento de resistência proposto por um corpo que não se deixa enquadrar.

 

Dia 6/12 (terça-feira) 14h

Ensaio de Portas Abertas “Mar de Leite ou Ponto Cego”– Com[som]antes Cia de arte

O grupo, contemplado pelo programa VAI II em 2016 (projeto “Graus”), passa agora por uma revisitação e desdobramento do espetáculo “CISZA – o último silêncio é a morte”, de 2012, e. simultaneamente, realiza o processo de criação “Mar de Leite ou Ponto Cego”, com estreia prevista para o início do ano de 2017. 

 

Dia 6/12 (terça-feira) 18h30

Ensaio Aberto – Ronaldo Aguiar e Diego Mejia

Os bailarinos Ronaldo Aguiar e Diego Mejía realizam ensaio aberto do processo de pesquisa sobre a comicidade na dança e como a linguagem do palhaço pode interferir na composição coreográfica.

 

Dia 6/12 (terça-feira) 19h

Espetáculo “Eu só não queria ter uma cabeça” – Everton Ferreira e Iolanda Sinatra

Eu só queria não ter uma cabeça é um espetáculo de dança que apresenta as possibilidades de movimento de dois corpos que buscam a ação de não ter uma cabeça para encontrar outros modos de existir. Ficar sem cabeça, ou transformá-la, simboliza um modo de fuga de uma realidade já conhecida por estes corpos e que não os desafia mais.

 

Dia 6/12 (terça-feira) 19h30

Oficina “Do conto à dança” – Larissa Pretti e Tatiana Cotrim

Processo criativo da intervenção Instruções para subir uma escada da Liga da Dança Dura

A exploração gestual e espacial do texto ´Instruções para subir uma escada´, de Julio Cortázar, leva à criação de partituras corporais e à construção de células coreográficas. Como procedimento, são utilizados exercícios de alinhamento ósseo, consciência estrutural do corpo, improvisação individual e em duplas.

 

Dia 7/12 (quarta-feira) 10h

Oficina de Compartilhamento do Processo de Criação – Grupo Percussa-Locking

A Oficina “Percussa-Locking” une a música percussiva corporal e as Danças Urbanas por meio de um olhar crítico-experimental dessas artes. Tendo como pilar a expressão urbana da dança Locking  - a pioneira das Street Dances sendo base para as outras vertentes das Danças Urbanas –, a construção dos ritmos se dará pela percussão corporal, uma forma de transformar o corpo que se move também em instrumento musical.

 

Dia 7/12 (quarta-feira) 15h

Sessão Pipoca de Vídeo-dança

Jet Lagged – Núcleo Mirada

“Jet Lagged” é uma criação videográfica dos artistas Danilo Pêra e Gustavo Pêra, sobre a “Ocupação 24 Horas Obra-Procedimento”, realizada pelo Núcleo Mirada, na Casa Tombada. Na Ocupação, o Núcleo esteve em ação por 24 horas consecutivas abertas ao público, a partir de um roteiro de procedimentos, estados cotidianos e experimentos coreográficos criados sobre as materialidades provenientes dos Procedimentos Obras, realizados ao longo do desenvolvimento do projeto Rede Cala, contemplado pela 18ª edição do Programa Municipal de Fomento à Dança.

[*jet lag: distúrbio do sono que pode afetar aqueles que viajam em curtos intervalos de tempo para lugares com diferentes fusos horários].

 

“Micro-resistências ou Pequena Dança para crescer nos vãos” – videodança

O fluxo de protagonistas anônimos revelam uma São Paulo que existe na diversidade e adversidade. A dança manifesta-se na busca constante por apoio e espaço para afirmar a sua existência, discutindo relações de força nos espaços públicos, apostando na delicadeza como estado de existência, resistência e reexistência. Bombardeado por informações e aparatos tecnológicos, como o Corpo se organiza e se manifesta? As “Micro-resistências ou Pequena Dança para crescer nos vãos” acontecem nas ruas do centro de São Paulo, desde 2013, e recebeu apoio do 16º Programa Municipal de Fomento à Dança, em 2014.

Ação que integra o Projeto Vir-a- Ser - para Manutenção de pesquisa artística - contemplado com o 20º Fomento À Dança

 

Dia 8/12 (quinta-feira) 15h

Experimento cênico “Receitas, Relatos, Retratos” – Camila Venturelli + Oficina de Contação de Histórias do Centro de Referência do Idoso

“Receitas, Relatos, Retratos” é uma coreografia criada a partir do encontro dos participantes da oficina de contação de histórias do Centro de Referencia do Idoso (CRECI) com o espetáculo “Segredo de Lindonéia”, solo de dança de Camila Venturelli, que teve como inspiração o retrato feminino "A Bela Lindonéia ou Gioconda do Subúrbio", de Rubens Gerchman, e o livro de receitas da tataravó da artista. Em agosto desse ano, foi realizada no CRD uma apresentação para esses alunos, que escreveram suas histórias inspiradas na memória do espetáculo, manuseadas em uma grafia de dança.

 

Dia 8/12 (quinta-feira) 16h

Intervenção urbana “Nadifúndio” – Outro Outra Cia de Dança

Local: Vale do Anhangabau

“Nadifundio”, território sobre o nada propriedade de ninguém, se inspira no universo poético de Manoel de Barros. A partir de jogos de Improvisação e Composição, as cinco intérpretes-criadoras traduzem em matéria de dança as particularidades de uma praça, tal como suas árvores, fluxos de pessoas, bichos e objetos encontrados no chão, inventando assim um compêndio que dá as pistas para uma experiência “pregada” de poesia.

 

Dia 8/12 (quinta-feira) 19h

Ensaio Aberto “Terra D'encantar Águas” – Airumã Cia de Dança

O processo de pesquisa “Terra D’encantar Águas” parte do estudo das forças da natureza agindo nos corpos e com os corpos. De modo sensível, busca a reconexão do ser humano através dos quatro principais elementos naturais: terra, fogo, água e ar, fazendo um elo com as tradições indígenas, afrobrasileiras e o resgate dos saberes de caráter feminino no mundo contemporâneo. 

A proposta da companhia é realizar pesquisas relacionadas às danças de matrizes africanas, de cultura indígena e sua ancestralidade, amparada pelos cantos que as acompanham.

 

Dia 8/12 (quinta-feira) 20h

Espetáculo “Cartas à casa de Pó” – Dentre Nós

“Cartas à casa de Pó” parte do estudo das personalidades de cada intérprete relacionado às personagens presentes na peça de teatro “A casa de Bernarda Alba”, do escritor espanhol Federico García Lorca, indagando a figura feminina no seu estado mais resistente e delicado. O trabalho mostra a dependência de sentir-se pertencente a algo ou alguém pra se existir. São relatos e rememoração de quem fomos e somos.

 

 

Dia 9/12 (quarta-feira) 10h

Oficina “Símbolos em Movimento” – Priscila Paciência e Rafaela Amaral

A partir da Técnica Silvestre e do Yoga, a vivências propõe investigações de qualidades de movimentos inspirados nos quatro elementos da natureza: Água , Ar , Fogo e Terra.

 

Dia 9/12 (quarta-feira) 16h

Intervenção Urbana “Ulltrapássaros” (...Avoa! Núcleo Artístico)

Local: Largo São Bento

Fluxo. Corte. Percurso. Verticalidade, círculos e espirais. “Ultrapássaros” integra uma série de ações que tem como ponto de partida o corpo em diálogo com uma natureza urbana do centro de São Paulo e com a história da cidade presente nas brechas – concretas e simbólicas –, aqui e agora. Rito. Na Rua São Bento, revoadas são avistadas: pombos, andorinhas, maritacas, urubus. Uma dança-acontecimento, vivente entre o que está na terra sob o asfalto e acima das cabeças. Multidão. Vestígios e intensidades de uma coreografia  entre duas igrejas, uns edifícios altos, algumas encruzilhadas, milhares de pessoas, mantras urbanos, memória indígena, rios invisíveis, gestos de trabalho, policiais, correntes de ar, histórias de vida, colunas vertebrais, palavras, corações e pés. Ultrapassar em rito. Ultrapássaros. 

Projeto Vir-a-Ser, para Manutenção de pesquisa artística – 20º Fomento à Dança.

 

Dia 9/12 (quarta-feira) 17h

Performance "Caixinha de Música ou Tentativa Contra a Ansiedade" – Maria Basulto

"Caixinha de música ou tentativa contra a ansiedade", performance de Maria Basulto, será apresentada no hall de entrada e corredor do CRD, enquanto as pessoas chegam para assistir a outros trabalhos (espetáculos, oficinas, ensaios). Ao chegarem e saírem de uma apresentação, o "Caixinha de Música" estará em progresso, como uma instalação coreográfica ou exposição de uma dança ou um quadro em movimento.

 

Dia 9/12 (quarta-feira) 18h

Abertura de processo “Laboratório Coreográfico Manuseio do Gesto” –

Felipe Stucchi, Gabriela Branco, Vivian Cardozo, Pietro Morgado, Caroline Amaral.

Coordenação de Camila Venturelli

A partir do estudo do gesto como ingrediente coreográfico, o Laboratório experimenta modos de fazer dança que exploram a relação poética entre gesto, palavra e imagem. Durante o segundo semestre desse ano, os artistas participantes desenvolveram procedimentos de criação e escrita de dança, a partir da pesquisa proposta pela artista residente Camila Venturelli.

Cada dia de abertura do processo contará com a presença de artistas convidados (residentes ou não) a serem cúmplices da pesquisa, assistindo e propondo uma conversa com o grupo e o público ao final da apresentação.

 

Dia 9/12 (quarta-feira) 18h30

Intervenção Urbana “Sem Nome/Inominada” – Mauricio Brugnolo e Alexandre Gnipper

Local: Praça Ramos de Azevedo (baixos)

A ação do homo “sapiens” sobre a natureza;

A ação da cultura de massas sobre o corpo;

A ação do político sobre a sociedade.

 

Dia 9/12 (quarta-feira) 20h

Ensaio de portas abertas “Estudos sobre Intrapelícula” –

Coletivo Elástica – processo de criação na residência artística do CCSP

O projeto parte da ideia de rastro, dos restos de criações anteriores do coletivo, principalmente das relações entre o corpo e o material. As artistas têm procurado aprofundar as interações entre corpo, artes visuais e arquitetura a partir das inter-relações estabelecidas entre a coreografia e as linguagens do vídeo, fotografia e som. A série de estudos performativos tem ignição na ideia de um corpo que está “entre”: as memórias físicas e fictícias das relações com o material adesivo vinil explorado em outras performances, os corpos dos performers, os restos de materiais, arquiteturas, texturas sonoras e projeções de vídeo e fotografia em stop motion.

 

Dia 10/12 (sábado) 14h

Ensaio de Portas Abertas – B-Side

O B-Side atua no cenário da dança há dois anos e até então, percorreu uma trilha mais lúdica, dando vida a personagens circenses, drag queens e figuras do universo Disney. Agora, pela primeira vez, fará uma troca de experiências, um ensaio com as portas abertas, para que as pessoas possam entrar, conhecer e participar do processo criativo e ainda aprender um pouco das coreografias desenvolvidas.

 

Dia 10/12 (sábado) 18h

Abertura de processo “Laboratório Coreográfico Manuseio do Gesto”

Felipe Stucchi, Gabriela Branco, Vivian Cardozo, Pietro Morgado, Caroline Amaral Coordenação Camila Venturelli

A partir do estudo do gesto como ingrediente coreográfico, o Laboratório experimenta modos de fazer dança que exploram a relação poética entre gesto, palavra e imagem. Durante o segundo semestre desse ano, os artistas participantes desenvolveram procedimentos de criação e escrita de dança, a partir da pesquisa proposta pela artista residente Camila Venturelli.

Cada dia de abertura do processo contará com a presença de artistas convidados (residentes ou não) a serem cúmplices da pesquisa, assistindo e propondo uma conversa com o grupo e o público ao final da apresentação.

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Dia 10/12 (sábado) 18h30

Intervenção urbana “Sem Nome/Inominada” – Mauricio Brugnolo e Alexandre Gnipper

Local: Praça Ramos de Azevedo (baixos)

A ação do homo “sapiens” sobre a natureza;

A ação da cultura de massas sobre o corpo;

A ação do político sobre a sociedade.

 

Dia 10/12 (sábado) 20h

Abertura de Processo “Antologia de Resiliência” – Gabriela Branco

Entre textos.

Entre estados.

Uma dança.

Sobre o presente.

À estar resiliente.

 

Dia 11/12 (domingo) 17h

Abertura de Processo “Antologia de Resiliência” – Gabriela Branco

Entre textos.

Entre estados.

Uma dança.

Sobre o presente.

À estar resiliente.

 

Dia 10/12 (sábado) 18h30

Intervenção urbana “Sem Nome/Inominada” – Mauricio Brugnolo e Alexandre Gnipper

A ação do homo “sapiens” sobre a natureza;

A ação da cultura de massas sobre o corpo;

A ação do político sobre a sociedade.

 

Dia 10/12 (sábado) 20h

Abertura de processo “Dois atos sem palavras - Uma poética dançante inspirada em Beckett” – IN-Verso cia de dança

“Dois atos sem palavras” traz uma nova roupagem para o universo do teatro do absurdo de um dos maiores dramaturgos do século XX, Samuel Beckett. Na investigação cênica, a Cia buscou, por meio de ações propostas pelo absurdo beckettiano, sensações inesperadas, traduzidas pelo sentimento de desolação, de aprisionamento, solidão, incerteza, ilogicidade, incomunicabilidade. Pela hibridação e cruzamento das linguagens das artes cênicas, busca trazer à tona o sentimento de estar perdido em um mundo caótico, às vezes sem sentido e sem direção.

 

Dia 12/12 (segunda-feira) 15h

Ensaio de Portas Abertas “Um solo e um Duo” – Daniela Moraes e Layla Bucharetchi

1º: solo - Daniela Moraes tem como referência para a criação a ideia de loucura. Loucura no sentido de muitas coisas ao mesmo tempo. Loucura que também está presente nas colagens da artista grega Eugenia Loli.

2º: estudo em duo. A partir do clipe "Send My Love", da cantora Adele, que tem como característica predominante as sobreposições de imagem, a dupla de criadoras – Daniela Moraes e Layla Bucharetchi - trabalha em cima de uma mesma estrutura de movimentos, constantemente repetidos, criando camadas e imagens que remetem a essa qualidade visual. 

 

Dia 12/12 (segunda-feira) 18h

Abertura de processo “Ninguém” – Bruno Moreno, Isabella Gonçalves e Renato Sircilli

O trabalho que se iniciou a partir da vontade de experimentar a ineficiência como possibilidade de gerar o apocalipse do corpo e se desenvolveu para uma tentativa de terminar com a ideia de indivíduo, encontrou na obra do artista holandês Bas Jan Ader (1942-1975), possibilidades de abandono do sujeito: um homem cai diversas vezes, se lança ao mar num barco minúsculo para tentar atravessar o oceano Atlântico em busca do milagre, e desaparece. 
Uma tentativa de abandonar o que se é.

 

Dia 12/12 (segunda-feira) 19h

Abertura de processo “Sismos e Volts” – Leandro de Souza

A partir de três acionamentos, tremores, giros e desequilíbrios, desdobrados e redimensionados corporal, imagético, temporal e espacialmente, o artista explora, por meio do trânsito entre eles, os caminhos pelos quais tem forjado seus movimentos, gestos e corporalidades.

 

Dia 12/12 (segunda-feira) 19h30

Abertura de processo “Balé de Repertório” – Samira Marana

Leitura corporal de "O lago dos cisnes",  de Tchaikovsky.

 

Dia 13/12 (terça-feira) 10h

Experimento cênico “Entre Escritas e Danças” – Bia Rangel

Residentes do Centro de Referência da Dança abrem seus cadernos de anotações que acompanham seus processos de criação em dança. Selecionam páginas e fragmentos. Esse é o ponto de partida para um jogo. Ele acontece no encontro entre escrita, voz e corpos que se põem em escuta, improvisam e transcriam peças, tendo como estímulo registros, notas, traços, pensamentos, memórias, referências, grafias das criações uns dos outros. Jogo aberto a todos(as) os(as) artistas residentes do CRD.

 

Dia 13/12 (terça-feira) 14h

Oficina de “Contato e Improvisação e BCM” – Luciana Hoppe

Contato Improvisação e BMC®

A oficina tem por objetivo integrar percepção, sensação e o corpo em movimento às qualidades de conforto, prazer e curiosidade da dança em contato. As aulas proporcionam um olhar diferenciado sobre o desenvolvimento do movimento humano em relação aos sistemas corporais através do toque, exploração de movimento e improvisação voltados à dança em Contato. Serão abordadas questões técnicas, como queda e recuperação, trocas de peso, rolamento e portagem, com enfoque no BMC®, pesquisa e formação da artista desde 2012, um sistema somático desenvolvido por Bonnie Bainbridge Cohen desde 1973, baseado na anatomia tradicional, nos conhecimentos fisiológicos e das sensações emocionais originados de diferentes partes do corpo.

 

Dia 13/12 (terça-feira) 14h

Ocupação Zona de trabalho – “Organizmos para os Acidentes”

Cinco artistas da dança propõem-se a quatro dias de encontro para estabelecer uma ''Zona de Trabalho'', onde irão trazer em seus corpos distintos modos de pensar e insistir em criações que estarão em relação aos espaços do Centro de Referência da Dança. Como estar juntos? 

 

Dia 13/12 (terça-feira) 15h

Performance “Entre (em) nós” – Laísa Forquim

Linha tênue que nos une, que nos afasta, difere e interfere. 

Sou consumida pelos (meus seus nossos) devaneios.

Estranha. . . Entregue

Entranha. . . Amor

 

Dia 13/12 (terça-feira) 15h

Ensaio de Portas Abertas “Estudos Sobre Zênite 1: Depressão, Fossa e Fenda” – Núcleo Mórula

Uma pesquisa sobre a anatomia dos humores que nos pesam. Um mergulho em espaços que nos afundam. Uma busca por fissuras que nos despertem o mover.

 

Dia 13/12 (terça-feira) 18h

Experimento cênico “Enxerto” – Thais Ponzoni

Em “Enxerto”, trabalho que une dança, fotografia e vídeo, a ação acontece com a participação do público ao gerar o uso incomum de roupas sobre o corpo, que por sua vez modificam a movimentação.

 

Dia 13/12 (terça-feira) 18h30

Oficina de Palhaço – Ronaldo Aguiar

Por meio de jogos cênicos, brincadeiras e improviso, a oficina tem o objetivo de estimular os participantes a mergulharem no universo do palhaço. Com exercícios que trabalham o olhar, a escuta e a percepção, pretende pesquisar o gesto e o corpo cômico, de modo a fazer perceber o que há de engraçado e ridículo nas coisas mais simples do nosso cotidiano. Um encontro com a máscara do Palhaço.

 

Dia 13/12 (terça-feira) 19h

Conferência “Sobre a cidadania cultural como política pública” – Profa. Dra. Marinê de Souza Pereira UFABC

Será realizada uma apresentação das transformações vividas pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo na gestão de 1989-1992, revelando a cidadania cultural como política pública, cuja importância diz respeito não só à efervescência artística e cultural daquele momento, mas ao modo como ela se enraizou, por seus próprios princípios de ação e participação, e se tornou uma referência para a gestão pública da cultura. 

Marinê de Souza Pereira é professora de Estética nos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Filosofia da Universidade Federal do ABC (UFABC)

 

Dia 13/12 (terça-feira) 19h

Apresentações “Eu Tênue” e “Intolerância com Intervalos de Confiança” – Coletivo de Sonhos

“Eu Tênue”

É comum que as pessoas tratem homens e mulheres como entes fixos, definíveis e com características opostas. “Eu.Tenuê” vem comunicar para homens e mulheres a desconstrução dos estereótipos de gêneros, mudar esses lugares tão cristalizados, que a sociedade estabelece. A peça estimula a consciência de que a mulher é um ser completo e tem todo direito sobre suas escolhas. Como cita Simone de Beauvoir em seu livro “O segundo Sexo” – “Nenhum destino biológico, psíquico e econômico define a forma que a fêmea humana assume no seio da sociedade”.

 

“Intolerância com Intervalos de Confiança”

“Intolerância com Intervalo de Confiança” traz reflexões sobre o desenvolvimento do homem homossexual, de sua infância até a vida adulta. Quais as questões que este homem enfrenta? Suas dúvidas? Medos e angústias? Com um senso questionador, o espetáculo nos confronta com valores enraizados desde a nossa educação básica, aquilo a que somos ensinados antes mesmo de frequentarmos a escola: o rosa x o azul, a boneca x o carrinho, o menino que não chora. “Intolerância com Intervalo de Confiança” não traz respostas: cria questionamentos.

 

Dia 13/12 (terça-feira) 19h30

Oficina de Forró – Terceira Categoria

Comemorando o dia Nacional do Forró, o grupo Terceira Categoria apresenta os ritmos nordestinos que configuram o forró e suas vertentes, a partir dos experimentos utilizados durante a pesquisa do grupo.

 

Dia 13/12 (terça-feira) 19h30

Abertura de processo “Lygia Clark de polainas” – Plataforma Porosas

Desde janeiro, a Platafroma Porosas ocupa as salas do CRD com objetivo de produdiz um trabalho de dança na interface com outras linguagens artísticas. Lygia Clark de Polainas é nosso primeiro projeto e busca o uso de objetos relacionais para construção dramatúrgica e coreográfica. O objeto relacional de Lygia Clark se configura aqui como cenário/objeto cênico/objetos relacionais, proporcionando imagens e circunstâncias que geram um amplo imaginário de poder e de estar no mundo.

 

Dia 14/12 (quarta-feira) 14h

Ocupação Zona de Trabalho – “Organizmos para os Acidentes”

Cinco artistas da dança propõem-se a quatro dias de encontro para estabelecer uma ''Zona de Trabalho'', onde irão trazer em seus corpos distintos modos de pensar e insistir em criações que estarão em relação aos espaços do Centro de Referência da Dança. Como estar juntos? 

 

Dia 14/12 (quarta-feira) 15h

Intervenção urbana “Rezo” – Vanessa Moraes

Local: Praça Ramos de Azevedo (baixos)

Convite para uma submersão ritualística no próprio ‘Eu’, “Rezo” traz as ervas, a terra, o branco e a busca que nos cede ou negligencia o espelho na psique humana.

“Há os ‘bons’ e ‘maus’, os que favorecem e os que detraem; e os que são apenas honestos, pois não. E onde situar o nível e ponto dessa honestidade ou fidedignidade? Como é que o senhor, eu, os restantes próximos, somos, no visível?” (O Espelho, Guimarães Rosa)

 

Dia 14/12 (quarta-feira) 16h30

Instalação/Performance “Processos de abdução e possessão” – Rafael Carrion

Durante a pesquisa, que começou com  a análise das relações que o corpo pode criar com diferentes estímulos musicais, Rafael Carrion construiu uma lista de fortes influências culturais externas que o marcam como individuo e como artista, ao mesmo tempo em que tomou consciência de inúmeros vícios corporais que definem a maneira de movimentar-se. Nesse momento, passou a usar os termos abdução, para as influências externas, e possessão, para as internas. Tais termos o fizeram acessar o universo dos filmes de terror e ficção científica que exploram esses temas de forma literal e principalmente na produção desses gêneros durante a década de 80.

 

Dia 14/12 (quarta-feira) 18h

Performance “I can feel your power! [Eu posso sentir o seu poder!]” – Juliana Melhado

“I can feel your power!” é uma plataforma de criação onde atualmente Juliana Melhado dá vazão aos desejos de sua antimusa. Viver a antimusa nesse momento tem sido aceitar o desencaixe, o que é torto, ridículo, o que chama atenção por assumir seu lado muitas vezes contestado. Performar feminilidades e refletir sobre o que se projeta na construção social de gênero, o que está escondido e publicamente não é permitido vir à tona.

Projeto Contemplado pelo Proac Primeiras Obras 2015

 

Dia 14/12 (quarta-feira) 18h

DAAFI convida Fragmento Urbano

Documentário: “Encruzilhada”

O grupo Fragmento Urbano de Dança desenvolveu durante os anos de 2015/2016 um processo de criação a partir da vivência no projeto Fragmento na Mala, que resultou no espetáculo e no documentário “Encruzilhada”. O DAAFI convida o grupo Fragmento Urbano para a projeção do documentário e debate sobre a produção contemporânea em dança a partir de uma leitura micropolítica de proposições coreocartográficas.

 

Dia 14/12 (quarta-feira) 19h

Experimento cênico “Conversas de corpos e sons” – Maíra Alves, Gustavo Bonin e Gustavo Nunes

Peças: Moldura I - 5’ | Moldura II  - 7’ | Oócitos do Barroco - 7’

Através da investigação entre as linguagens da dança e da música contemporâneas, o trio Maíra Alves, Gustavo Bonin e Gustavo Nunes – participantes do Coletivo Capim Novo – apresentam duas peças e uma estrutura coreográfica que trabalham a aproximação e interação das linguagens, seja pelos corpos dos integrantes ou pelas relações sonoras estabelecidas. “Moldura I” e “Moldura II” são peças, compostas por Gustavo Bonin, que proporcionam corporeidade aos instrumentistas. E “Oócitos do Barroco” é um processo desenvolvido após oficina de Técnica de Dança Barroca oferecida por Béatrice Massin no CRDSP.

 

Dia 14/12 (quarta-feira) 19h20

Experimento cênico “Bololô” – Coletivo Sereias

Através das interações de um corpo coletivo formado pelo  elemento “bololô” (rede de corda emaranhada), propõe-se explorar as relações da materialidade da rede e a ação conjunta dos performers em deslocamento pelos espaços do CRD. 

 

Dia 14/12 (quarta-feira) 20h

Abertura de processos “Relicário” e “Infanto” – Rumos Cia Experimental Dança

A Rumos Cia Experimental Dança propõe a mostra do processo criativo de duas composições coreográficas,“Relicário” e “Infanto”. Relicário traz no enredo lembranças de situações marcantes, positivas ou negativas, vivenciadas em relação com o outro. Para acessar essas lembranças, foram buscados espaços, músicas e objetos que trouxessem a essência do momento lembrado.

Para “Infanto” – pesquisa também ligada às memórias –, a Cia vem desenvolvendo estudos corporais, baseados inicialmente nas vivências de infância dos integrantes do grupo, para abordar a questão de como as vivências traumáticas da infância podem influenciar na formação do ser humano.

 

Dia 14/12 (quarta-feira) 20h

Performance “Ação 2_TILTE” –  Ilana Elkis e Gabriel Tolgyesi

Os anseios artísticos de Ilana Elkis têm se concentrado em um campo que provisoriamente ela denomina de “Tilte: entre o Gesto e o Ruído”, que  se propõe a estudar um corpo que está o tempo todo na tentativa de se adequar a um contexto e ou situação. Recentemente, encontrou Gabriel Tolgyesi nos Exercícios Compartilhados, coordenados por Adriana Grechi, que entrou como colaborador nesse processo, trazendo a sua pesquisa inspirada no GLITCH (imagem digital que se distorce quando é passada para outro formato de resolução) como uma ferramenta para esse trabalho. A Ação 1 /café aconteceu na Mostra dos Exercícios Compartilhados, dentro do Festival Contemporâneo de Dança, em novembro no CRD; agora a dupla de performers apresenta Ação2_TILTE.

 

 

Dia 15/12 (quinta-feira) 14h

Ocupação Zona de Trabalho – “Organizmos para os Acidentes”

Cinco artistas da dança propõem-se a quatro dias de encontro para estabelecer uma ''Zona de Trabalho'', onde irão trazer em seus corpos distintos modos de pensar e insistir em criações que estarão em relação aos espaços do Centro de Referência da Dança. Como estar juntos? 

 

Dia 15/12 (quinta-feira) 14h30

Ensaio aberto “Cupcake” – Nano Companhia

"Eu preparo uma canção que faça acordar os homens e adormecer as crianças".

Carlos Drummond de Andrade

​“Cupcake” investiga as relações humanas dentro do imaginário infantil: conflitos, desejos, diferenças e acordos. Quanta confusão cabe em um gostoso cupcake? ​Na história, a dupla atrapalhada Shim e Sham se enfrenta em disputas pelo único doce que encontram. Abordando conflitos comuns às crianças, o espetáculo se inspira nos primeiros desenhos animados para tratar do embate que as diferenças provocam.

 

Dia 15/12 (quinta-feira) 18h

Performance “I can feel your power! [Eu posso sentir o seu poder!]” – Patrícia Árabe

“I can feel your power!” é uma plataforma de criação onde atualmente Juliana Melhado dá vazão aos desejos de sua antimusa. Viver a antimusa nesse momento tem sido aceitar o desencaixe, o que é torto, ridículo, o que chama atenção por assumir seu lado muitas vezes contestado. Performar feminilidades e refletir sobre o que se projeta na construção social de gênero, o que está escondido e publicamente não é permitido vir à tona.

 

Dia 15/12 (quinta-feira) 18h30

Ensaio aberto “Abrem as portas e são fotografadas (e vistas?)!”– Vereadoras Antropófagas

“Vereadoras Antropófagas” é uma dança bem humorada de três mulheres a partir de uma câmera de celular. Qual que fosse conversada do início ao fim. O que é isso agora e pra onde vai, não sabemos. Que seja enquadramento você quer dar? Qual foto você quer tirar? Qual parte do corpo te chama a atenção?

 

Dia 15/12 (quinta-feira) 19h

Ensaio aberto “Hoje eu vivo no escuro” – Laia Mora

“Hoje eu vivo no escuro” expõe a solidão que existe na invisibilidade dos moradores de rua da grande metrópole de São Paulo, representada através do silêncio do movimento como objeto de reflexão. A pobreza surge como um estado, silencioso e devorador, imerso em um corpo impessoal e sem forma, que transita sem rumo, mergulhado na confusão sonora da cidade.  No percurso do tempo, uma silhueta curvada transita nas ruas, no vazio da noite, onde o único lugar de consciência e refúgio é o próprio corpo. 

 

Dia 15/12 (quinta-feira) 19h20

Ensaio Aberto “Dilúvio” – Joana Ferraz, Lilian Wiziack, Larissa Ballarotti, Luiza Meira Alves e Flora Kountouriotis.

“Dilúvio” nasceu da vontade de fazer uma dança da força do tagarelar, do estar junto, de uma conversa com Camille Claudel que nos levou a conversar com outros tantos, que seja da loucura de falar, que seja um exercício tragicômico, um experimento pictórico, um picnic em delírio. Este é um ensaio aberto.

 

Dia 15/12 (quinta-feira) 20h

Ensaio Aberto “Axexê  da Bailarina”  (ou bailarina morta) – Calu Zabel 

O trabalho desenvolve uma mitologia pessoal sobre o Axexê (ritual fúnebre do Candomblé) enquanto potência para a criação de uma dança.

 

Dia 16/12 (sexta-feira) 14h

Ocupação Zona de Trabalho – “Organizmos para os Acidentes”

Cinco artistas da dança propõem-se a quatro dias de encontro para estabelecer uma ''Zona de Trabalho'', onde irão trazer em seus corpos distintos modos de pensar e insistir em criações que estarão em relação aos espaços do Centro de Referência da Dança. Como estar juntos? 

 

Dia 16/12 (sexta-feira) 16h

Intervenção urbana “Micro-resistências” – ...Avoa! Núcleo Artístico

Local: Rua São Bento (Percurso da Praça do Patriarca até a Praça Antônio Prado – Edifício Martinelli)

“Micro Resistências” propõe o encontro do corpo com espaços da cidade por meio da ocupação de frestas, vãos, lugares que podem passar despercebidos. Tem como referencial poético plantas que brotam em fachadas, crescendo em meio às adversidades e afirmando uma potência de transformação e ressignificação. As ações coreográficas acontecem essencialmente em espaços públicos. Busca, ao relacionar corpo/pele e pedra/concreto, uma qualidade específica de presença, de comunicação e de aproximação com o lugar.

A ação integra o Projeto Vir-a-Ser - para Manutenção de pesquisa artística - contemplado com o 20º Fomento À Dança

 

Dia 16/12 (sexta-feira) 17h

Mostra de processosExperimento nº 1 – Longa Duração” – Mainá Santana e Thais Diniz

Como as relações de poder se instauram nos corpos? Como as instituições inscrevem nos corpos dos indivíduos um modo de ação padronizado? Como o individuo se mantém e como supervisiona o outro sob controle dessas inscrições e relações? Como resistir a essa dominação?

Nesta mostra de processo, as performers jogam até a exaustão – com o público, entre elas, com o espaço e com os diversos produtos (e ideologias) com os quais se relacionam no dia-a-dia –, para  observar os corpos, seus gestos e entender como eles se relacionam com a manutenção do mundo em que vivemos.

Projeto “A Atitude Manifesta do Controle”, contemplado pelo Edital ProAC 06/2016 – 1ªs Obras de Produção e Espetáculo de Dança, do Governo Estadual de São Paulo.

 

Dia 16/12 (sexta-feira) 17h

Ensaio Aberto “Corvoz” – Inés Terra e Marina Matheus

 “Corvoz” é uma fábula corpóreo-sonora na qual diferentes texturas, cores, sexos, timbres, idades, respirações, paisagens, tornam-se possíveis. Uma improvisação com elementos mínimos e persistentes. uma proposta de criação instigada pelos resquícios sonoros do cotidiano e as diferentes escutas.

 

Dia 16/12 (sexta-feira) 18h30

Videodança Intervenção [Entre Elas]

Videodança produzido a partir de ação performática do [ENTRE ELAS], coletivo em conjunto com grupo de mulheres artistas e estudantes convidadas. A pesquisa parte da investigação do corpo na fronteira dança/performance e da reflexão e partilha de questões relativas aos padrões de comportamento da mulher nos espaços públicos. A ação deseja questionar os olhares construídos para e pela mulher na atualidade, problematizando-os na esfera relacional e pensando de que modo isso nos afeta violenta e silenciosamente todos os dias.

Ação realizada na Casa Hoffmann de Curitiba, em dezembro de 2016, com apoio do CRDSP.

 

Dia 16/12 (sexta-feira) 19h

Ensaio aberto “Risco” e “Linha 4” – NaCia Odete Dança

Parte 1: “Risco” é uma dança-performance sobre espaço criativo e insistências; o corpo como fio condutor aos discursos, representações e imaginários - seus modos de existência.

Parte 2: “Linha 4” é uma pesquisa em dança inspirada na movimentação caótica de pessoas que circulam pela linha amarela do metrô de São Paulo. Em diálogo com multilinguagens e sonoridade peculiar, parte de um único trajeto onde, por repetidas vezes, se constroem relações conexas e desconexas, sob o olhar da aparente solidão, dos diálogos banais, dos comportamentos quase clownescos, das interferências tecnológicas e do distanciamento da potente tecnologia humana existente nas culturas primitivas, ainda ignorada.

 

Dia 16/12 (sexta-feira) 20h

Performance “Filosofia do Ralo” – Cadu Ribeiro

Compreendido como uma performance de dança, “Filosofia do Ralo” é uma intervenção corporal que tem como poética o romance filosófico “O retrato de Dorian Gray”, de Oscar Wilde. O homem-ralo é a figuração performática de um dos personagens do romance de Wilde, Basil, o pintor apaixonado de Dorian, que nesta intervenção se produz como corpo sobre diferentes espaços. Carregando um objeto cênico criado para a performance, uma espécie de parangolé de ralos sobre as costas, o artista se locomove com este peso opressor que lhe dá uma corporeidade própria.

 

 

 

CRD Circula

Dia 3 (sábado) 10h às 15h – CEU EMEF Manoel Vieira de Queiroz Filho

Rua José Pedro de Borba, 20 - Jardim Novo Parelheiros, São Paulo - SP

Articulação: Priscila Paciência

Oficina Simbologia Afro-Brasileira – Priscila Paciência e Mika Rodrigues

A vivência propõe a investigação das simbologias dos gestuais das danças afro-brasileiras na criação cênica em dança.

 

Oficina de Contato e Improvisação e BCM – Luciana Hoppe

Contato Improvisação e BMC®

A oficina tem por objetivo integrar percepção, sensação e o corpo em movimento às qualidades de conforto, prazer e curiosidade da dança em contato. As aulas proporcionam um olhar diferenciado sobre o desenvolvimento do movimento humano em relação aos sistemas corporais através do toque, exploração de movimento e improvisação voltados à dança em Contato. Serão abordadas questões técnicas, como queda e recuperação, trocas de peso, rolamento e portagem, com enfoque no BMC®, pesquisa e formação da artista desde 2012, um sistema somático desenvolvido por Bonnie Bainbridge Cohen desde 1973, baseado na anatomia tradicional, nos conhecimentos fisiológicos e das sensações emocionais originados de diferentes partes do corpo.

 

O que restou do branco – Coletivo Ana Maria Amarela

Contemplado pelo edital VAI/2016, o Coletivo Ana Maria Amarela pretende sujar, literalmente, um dos símbolos  máximos da família heteronormativa tradicional: o vestido de noiva. Tendo a imagem da noiva como emblema de uma família regida por preceitos morais, moralistas e moralizantes, o espetáculo transborda em movimentos, questões de gênero, empoderamento das lutas LGBTQs e questionamentos desse branco soberano.  Através do encontro com o público, o grande símbolo de pureza familiar é alterado. Afinal, quem, por livre e espontânea vontade, mancharia sua própria imagem?

 

 

Dia 4 (domingo) 14h30 – Céu Heliopólis

Estr. das Lágrimas, 2385 - São João Climaco, São Paulo – Tel: 2083-2203

Articulação: Ricardo Neves

Performance “Relation X – Ricardo Neves

"Como o corpo sobrevive criativamente a situações diversas, adversas, de risco?" (Steve Paxton)
Como lidar com nossas emoções? Como lidar com o outro que muda constantemente? É possível o outro desvendar quem sou?

Não temos como negar as forças físicas, mas a ciência separada da experiência no corpo não nos guia no escuro.

 

Dia 12/12 (segunda-feira) das 16 às 20h – Centro Cultural Tendal da Lapa

Rua Constança, 72 - Lapa, São Paulo – Tel: 3862-1837

Articulação: Bárbara Freitas

 

Sessão Pipoca de Vídeo-dança

Jet Lagged – Núcleo Mirada

“Jet Lagged” é uma criação videográfica dos artistas Danilo Pêra e Gustavo Pêra, sobre a “Ocupação 24 Horas Obra-Procedimento”, realizada pelo Núcleo Mirada, na Casa Tombada. Na Ocupação, o Núcleo esteve em ação por 24 horas consecutivas abertas ao público, a partir de um roteiro de procedimentos, estados cotidianos e experimentos coreográficos criados sobre as materialidades provenientes dos Procedimentos Obras, realizados ao longo do desenvolvimento do projeto Rede Cala, contemplado pela 18ª edição do Programa Municipal de Fomento à Dança.

[*jet lag: distúrbio do sono que pode afetar aqueles que viajam em curtos intervalos de tempo para lugares com diferentes fusos horários].

 

“Micro-resistências ou Pequena Dança para crescer nos vãos” – videodança

O fluxo de protagonistas anônimos revelam uma São Paulo que existe na diversidade e adversidade. A dança manifesta-se na busca constante por apoio e espaço para afirmar a sua existência, discutindo relações de força nos espaços públicos, apostando na delicadeza como estado de existência, resistência e reexistência. Bombardeado por informações e aparatos tecnológicos, como o Corpo se organiza e se manifesta? As “Micro-resistências ou Pequena Dança para crescer nos vãos” acontecem nas ruas do centro de São Paulo, desde 2013, e recebeu apoio do 16º Programa Municipal de Fomento à Dança, em 2014.

Ação que integra o Projeto Vir-a- Ser - para Manutenção de pesquisa artística -

contemplado com o 20º Fomento À Dança

 

 Abertura de processo "Pras cabeças" – Barbara Freitas e Camila Midori

Compartilhamento de estudo do movimento pautado entre ritmo e corporeidade. 

O risco de colocar-se ou atitude de enfrentar as consequências. Investigação livremente inspirada no mito yoruba que conta como as pessoas escolhem suas cabeças no Orun (céu) antes de nascer no Ayê (terra).

 

Abertura de processo "Das Gamelas" – Dalila D'Cruz

Ora menina, ora mulher. "Mariar", "Mariar"... A mandioca, após ser ralada, transforma-se numa espécie de massa que é repassada para as bacias, através do escoador. A polpa é deixada para assentar, ou melhor, descansar, acomodar, decantar; para, assim, no fundo, tornar-se amido, puro e limpo. A coisa alva.

 

Espetáculo “Tentação de ser muito feliz” – Terceira Categoria

“Tentação de ser muito feliz” é uma tentativa de criar um trabalho cênico utilizando o forró e outras danças nordestinas como ponto de partida. Através de experimentações que instigam um olhar diferente para o forró, a companhia cria e recria suas relações e histórias com esta dança e suas vertentes.

 

Dia 12/12 (segunda-feira) 16h – Mauá – Estação de Trem

Rua Rio Branco, s/n – Matriz – Mauá

Articulação: Coletivo Ana Maria Amarela

 

O que restou do branco – Coletivo Ana Maria Amarela

Contemplado pelo edital VAI/2016, o Coletivo Ana Maria Amarela pretende sujar, literalmente, um dos símbolos  máximos da família heteronormativa tradicional: o vestido de noiva. Tendo a imagem da noiva como emblema de uma família regida por preceitos morais, moralistas e moralizantes, o espetáculo transborda em movimentos, questões de gênero, empoderamento das lutas LGBTQs e questionamentos desse branco soberano.  


Telefone: (11) 3214 3249

Email: centrodereferenciadadancasp@gmail.com

Endereços: Baixos do Viaduto do Chá s.n., Galeria Formosa – Centro - CEP 01037-000 São Paulo/SP

Horário de Funcionamento
Segunda-feira: 13:00 às 21:00
Terça à Sexta: 10:00 às 21:00
Sábado: 10:00 às 20:30
 
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